(Fig. 2 – Fotografia enviada para mim por Georges Gonçalves, por email, do Sesc Vila Mariana, em São Paulo, no Congresso de Ensino e Aprendizagem das Artes na América Latina: Colonialismo e Questões de Gênero. Era dia 24 de abril de 2019, às 16:40h. Veio acompanhada da mensagem: “Tô num congresso e no comecinho da fala da Renata Felinto ela abriu esse texto (da uma lida). Lembrei de tu na hora .”. A imagem é de um palco bem grande, típico de grandes apresentações de teatro, nas cores vermelho e preto. Renata Felinto ocupa um púlpito à esquerda e, na maior parte de todo o resto da imagem, há uma grande tela, de fundo branco, exibindo o seguinte texto em preto (trecho entre colchetes por mim): “O ensaio que desenvolverei nas páginas a seguir não se molda nas fórmulas convencionalmente prescritas para trabalhos acadêmicos e/ou contribuições científicas. Nem está o autor deste interessado no exercício de qualquer tipo de ginástica teórica, imparcial e descomprometida. Não posso e não me interessa transcender a mim mesmo (…) considero-me parte da matéria investigada. Somente da minha própria experiência e situação no grupo étnico-cultural a que pertenço, interagindo no contexto global da sociedade brasileira, é que posso surpreender a realidade que condiciona o meu ser e o define. [espaçamento de uma linha] Abdias Nascimento (1914-2011) poeta, ator, escritor, dramaturgo, artista plástico, professor”)