https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeVtHC2DxIzjUIIn0DeNzyTKTqePxCCR6-GjTgW_PA8jcWmOw/viewform

1. Qual o seu principal desafio hoje para incluir os alimentos vivos e crus de forma prática e consistente no seu dia a dia?

Aprender sozinho, com baixo acesso à bibliografia etc.


2. Na sua opinião, qual a principal característica que falta nos programas e cursos sobre o assunto disponíveis atualmente? 

Uma perspectiva pobre; ajudar pessoas de baixa renda a formar comunidade e conhecimento em torno da alimentação viva e crua. Isso talvez implique em encarar a divulgação desses conhecimentos não só como subsistência, fonte de renda para os que as ensinam, mas como um trabalho contínuo, já que consciente da expressiva população carente desses saberes. Compartilhar com a classe média pode se dar pela via do consumo, pela venda do conhecimento, pelo acesso ao conteúdo represado – e só ilimitado mediante ao contrato financeiro estabelecido; compartilhar com a base da sociedade – que acessa saúde, educação e conhecimento midiático pela distribuição gratuita e pública – não vai se dar por suas poucas cédulas e moedas. É necessário que mestres da alimentação sonhem outras formas de recompensa para com essa relação.