Encare como poesia a minha agonia e terás me compreendido. A prisão está no contato obrigatório, a prisão está no tato. Não existe arte, só habito a rocha do rochedo, sou cascalho e o resto é mundo, imenso e duro, como o não. Não, senhoras e senhores, não existe arte, só jogo de perdermos todos e valores invisíveis.

Cabei de achar isso na exposição que estou monitorando aqui no museu. Não fui eu quem pôs isso escondido (mas suficientemente visível) e mal sei quem fez. Mas imagino que tenha sido alguém que trabalhe na mesma função que eu.